As Adamastóricas Vulnerabilidades do Sistema do TSE
Abstract
Este artigo apresenta uma análise técnica aprofundada das vulnerabilidades estruturais do sistema criptográfico utilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com foco na biblioteca libharpia e no processo de transição para criptografia pós-quântica.
O texto examina, de forma rigorosa e não especulativa, os avanços introduzidos pela adoção de algoritmos híbridos (clássicos e pós-quânticos), como Kyber e Dilithium, ao mesmo tempo em que identifica riscos persistentes relacionados a legado criptográfico, opacidade de auditoria, dependência de terceiros e gestão de chaves criptográficas críticas.
A análise destaca que a segurança eleitoral não depende apenas de escolha de algoritmos modernos, mas da eliminação completa de primitivas vulneráveis, da transparência dos processos de auditoria e da correta integração sistêmica das novas arquiteturas. O artigo defende que, sem essas garantias permanecem riscos relevantes frente a ameaças quânticas futuras, ataques de downgrade e falhas de cadeia de suprimentos.
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